quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Quem é vivo sempre aparece!

 voltei, Brasil. kkk 

calma, vou explicar tudo...

quase 5 anos depois da última postagem, estou aqui em um período calmo no trabalho organizando uns e-mails, quando eu chego nos de 2018 e vejo a notificação desse blog.

acredite que eu não lembrava desse meu momento? kkk gente, eu sou uma caixinha de surpresas para mim mesma. é sério!

mas enfim, achei legal e decidi dar o ar da graça e contar as novidades.

comecei pela foto de perfil por que me espantei com a anterior que nem sequer dava para ampliar. e já que é para atualizar, coloquei a foto que estou mais curtindo no momento.

tirei essa foto no pico do morro do Pai Inácio. não falei aqui antes, mas amo incondicionalmente a Chapada Diamantina. esse amor nem precisava ser incondicional por que para mim ela é tão maravilhosa que não tem nada ali que eu pense em um dia não gostar. enfim, usei o advérbio pra vocês sentirem o nível do sentimento. 

desde 2016 decidi que todo ano iria lá para fazer minha terapia de choque. olhar para aqueles cenários me reinicia. é bom demais. 

na viagem do ano passado, um amigo tirou essa foto minha na pedra do coração. eu achei tão linda, mas tão linda, que é como se ela resumisse minha vida. vocês têm uma foto assim? se não, aproveita o início do ano - temporada oficial de estabelecer metas -  e tenham essa por favor.

a vida é curta, meus amigos. qualquer 100 anos é muito pouco para todas as possibilidades. vamos aproveitar cada segundo. 

tenho muito para contar. já vou até fazer uma lista com os assuntos... 

me aguardem 😉

e feliz 2023!

Fotógrafo: Anthony Gregory

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

herança maravilhosa


estou relendo o livro Conselho Sobre Regime Alimentar e é como se fosse a primeira vez por que eu sou uma pessoa totalmente nova desde a última vez que o li.

um dos aspectos da minha novidade é que agora eu sou orfã de mãe e o capítulo Arte de Cozinhar Saudável me fez perceber o quanto eu fui abençoada por ter uma mãe que me ensinou a cozinhar.

ela sempre foi simples. vivia dizendo que "não tinha etiqueta", mas cozinhava divinamente. parecia que até a água que ela colocava no copo tinha um gosto melhor. eu sei que você está pensando que isso é conversa de filho. e é mesmo.

minhas raras memórias de nós duas na cozinha são de preguiça da minha parte e paciência da parte dela. aos poucos, sem que eu percebesse, eu fui me tornando independente e hoje sei fazer todos os pratos que eu gosto de comer. fico empolgada quando vai chegando a hora do almoço por que eu sei que vou entrar em ação e lembro como nos últimos dia dela aqui ela apreciava minha comida e ficava feliz por eu estar por perto.

mamãe me deixou muitas heranças mesmo sem deixar nenhum dinheiro. tudo que ela me ensinou me fizeram a pessoa mais rica de alegria e sentido que eu me completo compartilhando esses meus bens com as pessoas ao meu redor.

eu nem preciso lamentar não ter como agradecer a mamãe hoje, que eu consigo mensurar todo o valor do que ela me deu. não preciso por que posso agradecer todos os dias e todas as horas para Aquele que me deu a responsável por minha herança. então no fim, essa herança veio dEle. essa e todas as outras que eu ainda vou descobrir.


domingo, 2 de setembro de 2018

ou seria melhor chamar de anuário?

queridos leitores,

embora eu tenha plena certeza que por hora só eu mesma seja a responsável pelas 3 visualizações das postagens desse blog, sinto-me na obrigação de explicar o por que de tão longa ausência.

posso enumerar alguns motivos:

1. meu netbook estava nas últimas e postar pelo celular me desanimou. sonhava dia após dia com a compra de um novo computador para fazer jus ao nome do blog e escrever diariamente (o sonho é livre rsrs). o computador novo veio em abril, mas nessa ocasião já tinha acontecido algo trágico que foi talvez o principal motivo do meu silêncio...

2. eu voltei a comer açucar. muita vergonha de escrever isso aqui depois de uma postagem tão decidida anteriormente. mas eu tenho que contar pra vocês como isso aconteceu, para que vocês saibam que eu fui sabotada, se é que isso melhora minha imagem de alguma forma.

foi assim: fui para uma chá de bebê. cheguei resignada pronta para comer pouquíssimo ou até nada se fosse o caso. para minha surpresa havia uma opção vegetariana na entrada e eu me senti bem especial. estava indo tudo tão bem por que a anfitriã me consultava a cada novo prato que era servido e eu elegantemente agradecia enquanto dispensava uns e saboreava outros.

quando chegou a hora da sobremesa ela não me consultou. simplesmente foi bem generosa ao colocar na minha frente um prato que só de lembrar agora fez minha boca encher de água. pensei rápido: que falta de educação da minha parte não comer depois que me foi servido. ela não sabe que não estou comendo açúcar e falar agora de nada vai adiantar. vou ser educada e comer dessa vez...

e foi assim que eu quebrei meu longo jejum. em poucos segundos eu estava numa euforia tão grande que foi impossível não associar ao último acontecimento. é sério leitores: me senti tão alegre como as pessoas ficam depois de alguns copos de bebida alcoólica. pode até ser exagero do meu julgamento, mas eu não achei outra explicação. lembrem-se que o álcool e o açúcar vem do mesmo lugar...

no dia seguinte me senti fraca e tive febre. nem pude reclamar. mas desde então não evitei mais açúcar e nem postei mais no blog.

nem sei com que palavras terminar esse texto. eu realmente não sei o que dizer.

vou mudar logo de assunto e avisar que virão mais postagens por aí. pelo menos aquelas que gritaram dentro de mim nesse período e que eu me sinto devedora de escrevê-las, nem que seja para somente eu as ler de quando em vez...

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Zero açúcar

Eu sinceramente não achei que chegaria a esse ponto. Mas olha eu aqui, com 30 anos bem vividos, dando o passo mais longo na minha vida de detoxer.
Decidi parar de consumir açúcar quando em uma festa de criança eu resisti facilmente aos salgadinhos recheados de carne, aos refrigerantes também, mas, quando um pratinho com um pedaço de bolo super recheado e alguns docinhos gourmets apareceram na minha frente sem a minha autorização eu pensei bem rápido que não me faria mal e devorei. 
Na hora eu percebi a onda de euforia. Comecei a falar mais alto e com mais empolgação. E eu fui percebendo o poder, que eu não sabia até antes disso, que o açúcar tem sobre mim.
Pra você pode não ser, mas no meu corpo o açúcar é droga. Eu sou dependente. Então eu não posso consumir nem um pouquinho. E sabe o que é mais incrível? É que eu consigo. 
Como fazer o suco de frutas? Experimente colocar menos água do que de costume e vc vai perceber que até a fruta mais azeda tem um pouco de doce.
Não acha que vale o esforço fazer um suco assim? Compra uma água de côco.
Deixa eu te contar uma coisa: a água de côco se tornou a minha guloseima. E custa R$2,00 contra R$7,00 do açaí que eu julgava super saudável mas que é adoçado com xarope.
Viver na vibe zero açúcar faz bem para o bolso duas vezes: voce economiza nas guloseimas e nos remédios futuros.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

O tédio da abstinência

Depois de checar as visualizações da postagem anterior (acho que foi eu mesmo que fui no blog duas vezes rsrs) eu vim aqui escrever sobre a inevitável abstinência que se dá em qualquer processo de detox. Ainda não contei aqui que eu não só estou sem usar mídias por 45 dias, como também não faço uso de uma série de alimentos a mais de um ano. Acredite: a abstinência das mídias eh muito mais difícil.
Eu tenho muitas coisas mesmo pra fazer quando não estou vendo tv, o Facebook ou ouvindo música. Eu posso por exemplo ler livros, ligar para os amigos ou até cantarolar músicas durante o dia (eu faço tudo isso). O fato eh que eu prefiro não fazer nada a ter que fazer essas outras coisas. E eh nesse momento que o tédio chega.
Sempre quis tempo pra ler. Agora eu tenho, mas foi tanto tempo vendo filmes, séries e programas de tv tão estimulantes que eu prefiro olhar pro teto lembrando do meu vício a ocupar meu precioso tempo tirando meus livros da estante.
Para que eu estou escrevendo isso? Pra desabafar mesmo.
E sair um pouco da rotina de ler uma página de livro a pulso, mandar mensagem pra vários amigos no whatsapp perguntando se eu posso ligar agora ou não lembrar de uma letra de música inteira sequer.
Essa eh minha vida de detoxer. Pelo menos no início.
 Foto: Parte da minha biblioteca. Os livros deitados são os não lidos.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Então, né...

Há exatamente 11 dias atrás eu topei um desafio de 90 dias onde na primeira metade eu teria que ficar sem mídia alguma. O idealizador falou pra não comprometermos nossos empregos e eu prontamente me aproveitei dessa linda deixa para salvar o whatsapp desse corte.
O fato é que desde o primeiro dia eu me sinto tão sozinha no mundo que decidi criar um blog (pra vc sentir o nível do desespero).
Beleza que provavelmente ninguém vai ler, mas pelo menos eu posso me iludir achando o que vão. Hehehe
Sobre o nome? Bem, seria diário de uma detox, mas eu pensei rápido que essa ação não pode ser dona de um diário. Coloquei o "er" no final e pronto: estou na moda. Kkk
Já fui no Google checar se eu inventei essa palavra, mas infelizmente não fui eu.
Já está tarde, estou com sono, amanhã é feriado e eu vou trabalhar. Pra hoje ainda vou ler o capítulo do livro proposto no desafio. A propósito, recomendo a leitura: O Desejado de Todas as Nações da Editora CPB.
Até mais...
Foto: eu no lugar e na companhia desta minha primeira postagem 🤗🤗🤗🐈♥

Quem é vivo sempre aparece!

 voltei, Brasil. kkk  calma, vou explicar tudo... quase 5 anos depois da última postagem, estou aqui em um período calmo no trabalho organiz...